Índio e Figueroa, os zagueiros artilheiros na história colorada

Extraído de: Uol   Março 12, 2009

OS NÚMEROS DE FIGUEROA NO INTER
O chileno Elias Ricardo Figueroa Brander
Estreia: Inter 3x0 Vasco (1/12/1971)
Número de jogos: 321
Gols marcados: 26
Dois gols num jogo: Inter 4x0 Sá Viana (8/4/1976)
Última partida: Inter 2x2 Palestino-CHI (26/1/1977)
Títulos: Gaúcho (71/72/73/74/75/76)Brasileiro (1975/76)
Se o Internacional tivesse um time com os maiores jogadores de toda a sua centenária história, a zaga poderia muito bem ser formada por Figueroa e Índio. Além da qualidade no setor, os dois têm outra característica em comum: a vocação para goleador.

O chileno, ídolo na década de 1970, fez nada menos do que 26 gols pelo clube, mas está prestes a ser batido pelo atual xerife colorado, que começou a temporada em grande estilo, balançando as redes em Gre-Nal e na difícil partida contra o União de Rondonópolis-MT, que garantiu classificação na Copa do Brasil.

Segundo levantamento do pesquisador Laert Lopes, feito para o , a diferença entre os dois é de três gols. Figueroa, que atuou no Beira-Rio entre 1971 e 1977, está na frente também em número de partidas disputadas: 321, contra 199 de Índio, que está no elenco desde 2005. Coincidência ou não, os zagueiros participaram de forma essencial nos momentos mais gloriosos do Inter.

OS NÚMEROS DE ÍNDIO NO INTER
Índio, o zagueiro artilheiro do Internacional
Estreia: Inter 1x1 Esportivo (23/1/2005)
Número de jogos: 199
Gols marcados: 23
Dois gols num jogo: Inter 3x1 São Paulo (14/5/2006) Inter 4x1 Palmeiras (20/8/2008)
Títulos: Gaúcho (2005/2008)Libertadores (2006)Mundial (2006)Recopa Sul-Americana (2007)Copa Sul-Americana (2008)
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A primeira vez que um clube gaúcho conquistou o Campeonato Brasileiro foi em 1975. No dia 14 de dezembro daquele ano, no Beira-Rio, Figueroa fez o gol mais marcante da sua carreira no Inter, de cabeça, na vitória de 1 a 0 sobre o Cruzeiro.

Mais recentemente, Índio disputou uma bola com Ronaldinho Gaúcho - na final do Mundial de Clubes , dia 17 de dezembro de 2006 - e o seu lançamento para o ataque acabou no gol de Adriano Gabiru, o único no trunfo sobre o Barcelona, na maior conquista colorada.

Modesto ao falar dos gols, Índio resalta que "a minha prioridade é ajudar na defesa". E não falta empenho para segurar os adversários. Em setembro de 2005 o jogador teve a costela fraturada e o pulmão perfurado numa dividida em partida contra o Rosário Central, da Argentina, e ficou quatro meses parado.

A imagem mais marcante da garra de Índio, no entanto, é a camisa branca cheia de sangue na final do Mundial de 2006. Mesmo com o nariz quebrado, ele seguiu em campo na histórica vitória sobre o Barcelona.




 

 
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